Assessoria de impresa da UFMG

Equipe de arqueólogos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da USP
retornou da primeira expedição brasileira de ciências humanas à Antártica


A expedição buscou indícios das primeiras ocupações humanas no continente mais gelado do planeta. "O trabalho foi muito bom. Conseguimos escavar dois sítios e recuperar material bem
diversificado que parece ser de um mesmo grupo que esteve por lá no
final do século XVIII e início do XIX", disse o coordenador da equipe,
professor do Departamento de Sociologia e Antropologia da UFMG, Andrés
Zarankin.

Foram coletados fragmentos de cerâmica e ossos de animais, sapatos, cacos de vidro, estacas de madeira, pregos e cravos de metal, além de tecido e corda em bom estado. Segundo o professor, assim que o material
chegar de navio, em meados de abril, a equipe deverá acomodá-lo em
estrutura apropriada, no laboratório de Arqueologia da UFMG.

"Só então poderemos comparar o material dos dois sítios denominados Sealer 3 e Sealer 4, que ficam na ilha Livingstone do arquipélago Shetlands do Sul, para ter certeza se pertenceram a um único grupo. Mas
já conhecemos o que comiam e o que vestiam", conta o professor.

A expedição à Antártica durou cerca de dois meses, incluindo os contratempos da viagem como problemas mecânicos no navio e o terremoto no Chile. "Foram na verdade, 20 dias em campo e 35 viajando. Mas apesar
das dificuldades, o resultado foi positivo", conclui Zarankin.

Proantar

Por meio desse tipo de material, que fazia parte da vida do homem comum nos séculos 18 e 19, os pesquisadores poderão propor novas versões da história sobre a incorporação da Antártica ao processo de expansão
da economia global.

Naqueles séculos, empresas industriais competiam por mercadorias e insumos, que incluíam recursos marinhos, como as focas e baleias, registra Andrés Zarankin em texto sobre Arqueologia na Antártica,
publicado em 2005, pelo International Journal of Historical Archaeology.

"Centenas de homens passaram seus verões trabalhando e vivendo nessas terras inóspitas e longínguas, a fim de abastecer o sempre em expansão mercado capitalista", escreveu Zarankin.

O trabalho dos arqueólogos é apoiado pelo Programa Antártico Brasileiro (Proantar) do CNPq. Criado em 1982, o programa lançou edital para a área de ciências sociais apenas no ano passado. Foram destinados
R$ 14 milhões para 19 propostas sobre biodiversidade e impactos
ambientais, monitoramento do clima e da atmosfera, geologia e
geoquímica, e aspectos tecnológicos, culturais e sócio-econômicos na
Antártica. A UFMG disponibilizou recursos da ordem de R$ 240 mil.

A equipe coordenada por Zarankin conta ainda com o professor Carlos Magno Guimarães (Fafich), e os alunos de doutorado Ximena Villagran (USP) e de mestrado Sarah Hissa e Fernando Soltys (UFMG), além de Luis
Guilherme Rezende, doutorando em antropologia pela UnB, que também
integra a equipe como assistente.

Exibições: 114

Comentado por CLAUDIO BESTETTI on 23 março 2010 at 15:55
Pirâmides de 11 mil anos submersas Japão podem confirmar Terceira Raça


Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.

Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente.

Pirâmides submersas no Japão

Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.

São restos de uma cidade antiqüíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.

Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade

Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200m de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de ziguraes.

Construções mais antigas do planeta

Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.

E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.

São escadarias, entalhes na rocha , rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.

Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.

As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.

Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?

Lendas que se tornam palpáveis

Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.

Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas

Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.

Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.

Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.

"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a idéia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.

Fonte: Pindavale.com.br
Comentado por CLAUDIO BESTETTI on 23 março 2010 at 15:56
gostaria de saber se algum arqueólogo ou historiador tem informações sobre as piramides e construções achadas no Japão que dizem ter 11 mil anos
Comentado por Felipe Calasans de Souza on 24 março 2010 at 23:43
Eu nunca tinha ouvido falar a respeito de tais pirâmides no Japão. Mas se as hipóteses que alguns colocam forem verdade será bem vinda para a ciência. Em ciência as teorias passam por "mudanças de paradigmas" como bem salientou o Epistemólogo Thomas Khun, e, portanto, mais dados deverão ser levantados, mais perguntas respondidas, para que se leve a diante o que porventura pode ser considerado mito.
Comentado por CLAUDIO BESTETTI on 25 março 2010 at 10:20
QUEM QUISER CONFERIR AS FOTOS DAS PIRAMIDES DESCOBERTAS NO JAPAO VAI NO SITE http://dcslive.blogspot.com/2010/01/as-piramides-de-11-mil-anos-sub...

Administração
Comentado por Diogo Costa on 25 março 2010 at 13:33
Pessoal para melhor organização vcs poderiam trasferir seus comentários para este tópico do forum, ou abrir uma postagem de blog sobre este tema. Pois o espaço aqui é somente para cometários sobre esta notíca, obrigado.

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