Página de Eliabe Pimentel da Silva

Últimas atividades

Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Arqueologia Bíblica

Este grupo é destinado a todos que procuram desvendar/entender os mistérios da igreja, levados a públicos a partir dos textos bíblicos.
24 Fev
Eliabe Pimentel da Silva agora está conectado com Valter Kruk Filho e klisleide maria
5 Jan
Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Conservação de Artefatos Arqueológicos

Grupo criado para difundir a ação da degradação sobre materiais arqueológicos e os meios de controle possíveis, já que o efetivo exercício da Conservação é difícil, dado as variáveis circunstanciais que a pesquisa arqueológica apresenta.
4 Jan
Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Etnoarqueologia

Caracteriza-se por propor uma forma de estudo interdisciplinar, em que a compreensão de vestígios materiais do passado pode ser feita enquanto um testemunho dos comportamentos humanos através do intercruzamento de dados de diferentes naturezas.
2 Dez, 2011
Eliabe Pimentel da Silva talvez participe de um evento
Miniatura

VI TAAS (Congresso de Teoría Arqueológica na América do Sul) em Goiânia

17 setembro 2012 a 21 setembro 2012
É com imenso prazer que anunciamos a realização do VI TAAS na cidade de Goiânia no ano de 2012. Este é um momento importante para a arqueologia brasileira e sulamericana.INSCRIÇÕESEnviar para o e-mail: fernandaecosta@gmail.comNome, Instituição, Apresentação / Coordenação Simpósio, ou OuvintePAGAMENTO (Residentes no Brasil)Valores para profissionais:Até 31 de maio – R$140,00de 1º de junho até 31 de agosto – R$180,00A partir de 1º de setembro – R$220,00 Valores para Estudantes (graduação e…Ver mais...
2 Dez, 2011
Eliabe Pimentel da Silva atualizou o perfil
23 Nov, 2011
Julio Meirelles Steglich deixou um comentário para 'Eliabe Pimentel da Silva'
"A arqueologia, como uma ciência que permite resgatar um passado que não é das elites e instrumentaliza melhor para se compreender o conceito de formação social brasileira, oferece essa vantagem. No meu artigo,…"
31 Out, 2011
Julio Meirelles Steglich deixou um comentário para 'Eliabe Pimentel da Silva'
"Particularmente, acho que se está bom para ti melhor para a sociedade brasileira. Trabalhos na área que tu estás te empenhando são fundamentais para fazer do nosso pais algo melhor para todos. A sociedade brasileira…"
31 Out, 2011
Eliabe Pimentel da Silva deixou um comentário para 'Julio Meirelles Steglich'
"Boa noite, Julio então, tenho mudado de opinão, ando pensando muito enquanto a estudar Arqueologia Historia, estou lendo uma Discertação que tem me dada uma ideias,  a Discetação  é do…"
28 Out, 2011
Eliabe Pimentel da Silva deixou um comentário para 'Cecília Aparecida Lima'
"Oi Cecilia já aceitei, abraços."
23 Set, 2011
Eliabe Pimentel da Silva e Cecília Aparecida Lima agora estão conectados
23 Set, 2011
Julio Meirelles Steglich deixou um comentário para 'Eliabe Pimentel da Silva'
"(cont)  2º) A interdisciplinaridade tem sido desde o início da arqueologia, uma das principais características dessa ciência. Se a cultura material é o objeto da arqueologia, como pode as outras ciências…"
13 Jul, 2011
Julio Meirelles Steglich deixou um comentário para 'Eliabe Pimentel da Silva'
"Oi, Eliabe! Boa tarde! Com relação à pergunta que me fizestes no último contato, a respeito da proposta da SAB para níveis de qualificação a profissão de arqueólogo. Segundo o que tenho…"
13 Jul, 2011
Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Arqueologia Teórica

Fórum criado para discussões teóricas em arqueologia.
20 Jun, 2011
Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Arqueologia Histórica

Grupo de discussões sobre Arqueologia Histórica ou o que podemos chamar de uma abordagem material da cultura e história das sociedades na América pós 1500.
20 Jun, 2011
Eliabe Pimentel da Silva entrou em um grupo
Miniatura

Mini-mundo pratico

Pequenas enjambrações, dicas, truques, novidades, tecnologias, enfim todo aquele instrumental que usamos no dia-a-dia de nossa profissão e que podem ser úteis aos colegas que desejam compartilhar experiências do velho método da tentativa e erro.
19 Maio, 2011

Informação do Perfil

Qual é o seu interesse na Arqueologia?
Acadêmico
Qual é a sua atividade?
Estudante
Qual é sua instituição?
UFS
Qual é sua área de investigação?
Arqueologia Historica
Qual é sua formação acadêmica?
Graduação
Apresente-se aos outros membros:
2° Periodo e evoluindo rsrrsr

Caixa de Recados (18 comentários)

Você precisa ser um membro de Arqueologia Digital para adicionar comentários!

Entrar em Arqueologia Digital

As 9:48 em 31 outubro 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

A arqueologia, como uma ciência que permite resgatar um passado que não é das elites e instrumentaliza melhor para se compreender o conceito de formação social brasileira, oferece essa vantagem. No meu artigo, publicado aqui, trato das pessoas livres e não de escravos. Mas os mesmos mecanismos que destrutiram as sociedades africanas, portanto de pessoas livres, foram aplicados aqui e continuam sendo impostos através do agro-negócio.

Boa sorte e conta comigo!

As 9:39 em 31 outubro 2011, Julio Meirelles Steglich disse...
Particularmente, acho que se está bom para ti melhor para a sociedade brasileira. Trabalhos na área que tu estás te empenhando são fundamentais para fazer do nosso pais algo melhor para todos. A sociedade brasileira precisa aceitar a sua responsabilidade histórica com os afro-descendentes que são as vítimas mais comuns da pobreza artificial brasileira. A sociedade brasileira só poderá fazer do Brasil algo melhor quando abolir as estruturas escravocatas em que ainda se alimenta para manter viva a modernização do país. A instituição foi abolida, mas aqueles que não são brancos ainda enfrentam a escravatura. O Brasil nunca será uma potência que as suas elites pretendem enquanto reproduzem uma sociedade racista de pensamento escravista.
As 14:33 em 13 julho 2011, Julio Meirelles Steglich disse...
(cont)

 2º) A interdisciplinaridade tem sido desde o início da arqueologia, uma das principais características dessa ciência. Se a cultura material é o objeto da arqueologia, como pode as outras ciências trabalhar com algo que não é cultura material? Deveria se imaginar arqueologia sem essas ciências para se ter uma idéia do que é má qualificação; 3º) Evidencia-se uma queda na qualidade da qualificação profissional dos arqueólogos. Mas isso se deve muito mais a expansão da arqueologia de contrato, quando aliena trabalho. Tem-se evidenciado, nos congressos e seminários da área, críticas crescentes nesse sentido. Do que adianta ter PhD em arqueologia se você está reduzido a um setor inserido no sistema de divisão de trabalho? A comparação dos relatórios arqueológicos com o currículo dos seus autores não tem permitido a constatação de uma relação direta entre titulação e qualidade de trabalho arqueológico; 4º) A leitura que o documento faz da realidade norte-americana e britânica, no que diz respeito à relação formação-qualificação-mercado de trabalho, está muito imprecisa. Aliás, é necessário fazer uma avaliação crítica dessa tendência na arqueologia brasileira de se importar modelos, a qual só é possível através das outras ciências.

Em suma, no meu ver a proposta do projeto Lei 912 não está defasada, muito embora há a necessidade de se regulamentar a profissão de arqueólogo com base num instrumento mais preciso. Mas atribuir a culpa da queda de qualificação do profissional de arqueologia aos colegas de outras áreas e/ou juniors, que tomaram a iniciativa frente a um patrimônio cujo potencial é ainda incomensurável? Acho que a questão chave ainda é: quais foram os reais fatores que levaram a mudança na proposta de regulamentação da profissão do arqueólogo, do projeto lei 912 à atual apresentada pela SAB?

 

 

 

As 14:33 em 13 julho 2011, Julio Meirelles Steglich disse...
Oi, Eliabe!
Boa tarde!
Com relação à pergunta que me fizestes no último contato, a respeito da proposta da SAB para níveis de qualificação a profissão de arqueólogo. Segundo o que tenho acompanhado, discutido e debatido com colegas e amigos (de várias ciências) nos meus mais de 20 anos de arqueologia, a constatação de que ocorre uma queda na qualidade dos arqueólogos (caracterizando insuficiência na formação a altura das responsabilidades com o patrimônio arqueológico protegido por lei) que passaram a executar a atividade de arqueologia de contrato e que isso se deveria ao fato de serem profissionais advindos das outras ciências (história, geografia, geologia, etc) com experiência insuficiente de trabalho na área (muitos deles formados em cursos de graduação e/ou especialização), entendo que não se confirma. Pois: 1º) Todos eles receberam autorização do IPHAN atendendo os requisitos da Portaria 07 (01.12.1988), tendo o direito de terem publicado em Portaria respectiva no DOU a atribuição de arqueólogo porque eles tiveram, através de análise curricular, esse reconhecimento de sua capacitação como tal; (cont)
As 7:57 em 11 maio 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

Ola!

Ainda não tive acesso ao documento e agradeço ter me avisado. Na minha opinião, qualquer espaço de debate coletivo é sempre muito positivo e a mobilização dos graduandos e graduados em arqueologia tem sido o principal agente positivo no processo de reconhecimento da nossa categoria. É preciso lembrar que possuir consciência em si e para si é um dos fatores mais importantes na construção de uma sociedade melhor, contra quem tende a defender privilégios e priorizar a alienação do trabalho. Prometo te retornar um comentário.

Um abraço!

As 7:52 em 31 março 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

OK!

Antes de tudo, eu gostaria que tu tomasses isso que eu escrevi como uma opinião pessoal a partir de uma experiencia de vida de que teve que trabalhar e estudar para chegar onde estou agora. Aliás, existe publicações interessantes de autores sobre o assunto: Noam Chomsky e Milton Santos, por exemplo. Existe canais interessantes com debates interessantes como esse: Al Jazeera e Democracy Now por exemplo. Lembre-se que arqueologia ainda é a ciência que estuda a cultura material. Os arqueólogos brasileiros é que ficam alienando trabalho com base em importação de modelos e reduzindo o seu conceito a fragmentos que estão enterrados num contexto estratigrafico. A academia é ainda o principal espaço de discussões e debates em arqueologia. Nisso ela possui muito de positivo enquanto seu papel histórico inerente a sua própria contradição na formação social brasileira. No entanto, como entende o Prof. Noam Chomsky, existe uma diferença entre ser acadêmico e estar na academia. Assim como essa tendência a concentração dos estudos arqueológicos in campo também esta inerente a uma contradição: é o principal espaço de alienação de trabalho mas também o espaço mais próximo da realidade social daqueles que estão fora da academia. A questão é: O QUE FAZER NESSES ESPAÇOS? Como entendia o saudoso Prof. Milton Santos, a academia brasileira é uma ilha. Assim, aproveite oportunidades de questionar os doutores.

Um abraço!

As 14:45 em 30 março 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

Novamente!

Em suma, na minha opinião, essa alienação ao qual fez parte da minha formação não foi um caso isolado, mas sim um fenômeno generalizado de alienação de trabalho que tem caracterizado os últimos 20 anos de pesquisas arqueológicas e que não teve origem na arqueologia de contrato. A academia brasileira criou essa alienação que produz uma ideologia dominante de ser arqueologia o trabalho de campo seguido de análise em laboratório amparado por um instrumental teórico importado.

Portanto, se tu quiseres sugestões desse anti-acadêmico que te escreve agora, nunca perca a oportunidade de QUESTIONAR o que dizem e escrevem. Essa tem sido a melhor forma, pelo menos para eu, de se fazer ciência e compreender a realidade material.

As 14:20 em 30 março 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

De volta!

Eu também comecei na arqueologia pré-histórica. Isso foi em 1990 sob a orientação do Dr. Klaus Hilbert (PUCRS), embora eu fosse aluno do Dr. Arno Kern na UFRGS. Dali passei do laboratório estudando lítico ao trabalho de campo na Amazônia estudando cerâmica. Tive meus anos de arqueologia acadêmica até ser orientado pelo DR. José BRochado (1998-2000), quem rompeu com a fase alienada com base em manuais e nos ensinou realmente a investigar, fazer ciência, ingressar num estágio superior de consciência - consciencia da realidade material. O Dr. Brochado é um perfeito peripatético anti-acadêmico. Agora estou no IPHAN/MA que me tem proporcionado a oportunidade de ver a realidade material através da sociedade civil, o que me diverte muito. Não pretendo retornar à academia, até porque acho que os arqueólogos brasileiros tem enfrentado obstáculos cada vez maiores pelo fato de serem acadêmicos. As contradições da arqueologia de contrato são, antes de tudo, culpa da academia brasileira.

Como sempre digo: minha vida profissional tem sido marcada por três etapas; as expedições na Amazônia, as orientações do DR. Brochado e a gestão da superintendente IPHAN/MA Kátia Bogéa.

As 8:12 em 30 março 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

Oi!

Não sei se já sabes, mas está para acontecer uma audência no MP/SP sobre a regulamentação da profissão do arqueólogo. Você pode encontrar os documentos referidos no site da SAB (www.sabnet.com.br). Seria interessante para ti acompanhares o que tem acontecido extra-academicamente. Ou, caso prefiras, te despachou por email.

Um abraço!

As 8:01 em 22 março 2011, Julio Meirelles Steglich disse...

Não sei o que aconteceu com o meu email, pois só recebi seu interesse de contato agora.

Parabéns pela sua conquista, pois a arqueologia é um novo nível de conciência. Pena que Marx só testemunhou o seu início. Quais são as tuas perspectivas na área?

 
 
 

Patrocinado por :

 

Mapa da Rede :

          3744       Membros
           72         Grupos
          274          Fóruns
           100       Eventos
           211            Blogs
          100        Vídeos
           4444             Fotos
           161   Aplicativos
            10        Artigos
           649     Biblioteca
          79      Arquivos
            05             Anúncios
          169            Sítios
            100            Links

Ajude a Manter a A.D. !

Lançamento:

Google Analytics Alternative