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Tópico para discussão da mumificação antropica de humanos e animais.

Palavra-Chave: antropica, mumificação

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Respostas a esta discussão

Reportagem que saiu em 2003 na revista História Viva:


Segredo das múmias é desvendado

Pesquisadores alemãs desvendaram o mistério de como os antigos egípcios mumificavam seus mortos. Eles identificaram um importante composto químico responsável pela preservação das múmias – o guaiacol.
A equipe da Universidade de Tübimgen e do Doerner-Institut em Monique, descobriu em uma amostra de óleo para embalsamar – encontrado ao lado de uma múmia de 2 500 anos – composto presentes no estrato de cedro. Uma das substancias identificadas foi o guaiacol, que possui forte efeito antibacteriano e não danifica os tecidos.
Os pesquisadores testaram os efeitos do guaiacol em pedaços de carne fresca de porco e verificaram que a substancia apresentou grande eficácia de preservação dos tecidos.
A descoberta, publicada recentemente na revista cientifica Nature, contribuiu com a egiptologia para preencher mais uma peça no quebra-cabeça do processo de mumificação. O achado confirma o uso do cedro para a extração do óleo de embalsamar, antes atribuído ao junípero, planta também conhecida como zimbro.
A equipe realizou testes com extratos de jenípero e descobriu que o material não continha o conservante guaiacol.

Historia Viva- Dezembro de 2003.
En un proceso de momificación más rápido y económico, los egipcios introducían vía anal, con una jeringa, al difunto, aceite de cedro. Dependían de las importaciones que de esta conífera hacían a los fenicios. En el Líbano actual, en su bandera, está representado el cedro. Los sarcófagos caros, se hacían en esta madera. Actualmente se venden para el hogar, antipolillas de aceite de cedro. Siempre se apreció su eficacia contra los parásitos y la resistencia al agua o el paso del tiempo. El cedro fue el alma de los barcos egipcios.
José! Perguntaram-me como se dava a mumificação dos menos afortunados, então o cedro seria utilizado nessa situação?
Sim, evitaba todo el largo y costoso proceso de un embalsamamiento regio, destinado a perdurar, rápido y eficaz, pero poco elaborado; aceite de cedro.
Estranho, mas há umas duas semanas assisti um programa sobre uma múmia peruana, que tinha sido mumificada com o uso de seiva de conífera. O mais interessante é que essa conífera só existia, naquela época, na Polinésia... Estranho, não????
Eu não sei muito sobre mumificação peruana, e na verdade se por um corpo peruano e um chileno lado a lado eu não sei diferenciar. Eu não conhecia essa da seiva da conífera, da mesma forma que eu não conhecia o guaiacol.

Eu tenho um artigo de um professor de química que creio eu que ele dá alguns esclarecimentos sobre o assunto.
O cedro é uma conifera... Por isso achei interessante saber que o óleo de cedro era usado em mumificações mais baratas. Todo óleo de coníferas têm guaiacol. É uma substância usada até hoje em dia por dentistas. É aquela substância ardida, com cheiro forte. Todo consultório de dentista tem esse cheiro. Geralmente é usado para tratamento de canal dentário. Mata a cárie e desinfeta a região. Mas queima a boca também.... E a coincidência entre as mumificações egípcias e as peruanas é incrível. Não podemos dizer que os mumificadores de ambas as regiões não entendessem de seu ofício. O guaiacol é germicida e forma uma camada protetora nos tecidos.
Nunca mais vou olhar para minha dentista como antigamente...
Eu só vi múmia de menos abastardo (para não chamar de pobre) só uma vez, mas não tenho nenhuma foto no meu computador.

Trechinho falando sobre a pesquisa de Bob Brier que rendeu até documentário:
Eiliano Chemello – Novembro de 2006:

Em 1994, os pesquisadores americanos Bob Brier e Ronn Wade tentaram fazer uma simulação dos métodos egípcios antigos em um cadáver moderno. Utilizaram 250 kg de natrão. Após, o corpo foi colocado em um depósito a temperatura de 40ºC durante cinco semanas. Um leve cheiro de maresia emanava do cadáver, nem se comparando com o odor fétido da putrefação.
Main
Assisti há algum tempo um documentário a respeito dessa experiência com natrão. E, realmente, no final, o corpo estava mumificado. Mas, eles fizeram uma mumificação mista... Tiraram os órgãos internos, depositaram o corpo em natrão, deixaram por 40 dias e, depois, usaram alguns unguentos, que não disseram quais eram e enrolaram o corpo.
Parecia, realmente, uma mumia egípcia. Mas, quando eles começaram a enrolar, reparei que algum pontos da pele apresentava coloração estranha. Tinha areas ligeiramente acinzentadas. Como se houvesse sido descolorida ou queimada. Acho que os egípcios tinham outras técnicas além do natrão. Creio que eles deviam usar alguma coisa entre o natrão e a pele...
Eu não lembro muito do documentário, infelizmente.

O processo químico da mumificação egípcia é bastante complicado. Coisas novas sempre são descobertas. Em um tópico lá no orkut eu tinha comentado que as múmias nem sempre ficam da mesma cor.
No caso da experiência, é bem possível que algo faltou, já quem nem daquele ano e em hoje até o momento em que escrevo essa mensagem, foram descobertos de fato os todos os produtos no uso da mumificação.
E, a cada dinastia, encontramos produtos químicos novos usados nessas mumificações, que podem ser rastreadas através dos exames químicos e se determinar a que período essa múmia pertence. Isso vem ajudar - e muito - aos arqueólogos.

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