Conservação de Artefatos Arqueológicos

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Conservação de Artefatos Arqueológicos

Grupo criado para difundir a ação da degradação sobre materiais arqueológicos e os meios de controle possíveis, já que o efetivo exercício da Conservação é difícil, dado as variáveis circunstanciais que a pesquisa arqueológica apresenta.

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Última Atividade: 10 Abr

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A tão desejada interdisciplaridade...

Iniciado por Veronica Coffy B. dos Santos 22 Out, 2010. 0 Respostas

Recentemente atuei como colaboradora em uma escavação, juntamente com mais onze colegas do curso de Bacharelado em Conservação e Restauro da UFPel e o umprofessor orientador que ministrou a…Continuar

Palavra-Chave: interdisciplinaridade

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Coordenação
Comentado por Veronica Coffy B. dos Santos on 2 dezembro 2010 at 10:55
Interessante que as observações de Felipe e de Angela Maria (abaixo) se preocupam com os materiais metálicos e vítreos, que na teoria são materiais mais resistentes. Pelo visto, estes dois colegas já observaram que a degradação pode castigar o objeto a tal ponto que não se pode fugir de métodos de estabilização e restauração bem complicados. A Teoria Moderna da Conservação tenta evitar isso, protegendo o objeto dos prováveis danos pós-escavação, deixando métodos invasivos para último plano, se necessários forem (OBS: aqui nossa área se subdivide- o conservador se separa do restaurador). Sem todos os cuidados in situ, a responsabilidade de preservação buscará sempre restauradores. Não que isto não seja louvável - quando se tem pessoal especializado para isto - mas reforço, é bem mais caro e demorado. Entretanto, não é isto que se observa e contraria o belo final que Jaime idealiza - os materiais “descansando em paz” nos seus abrigos definitivos. Na visitação de qq Museu - não só que abrigam materiais arqueológicos, mas principalmente os do interior - o normal são os “achismos”, o descaso, ou decisões impróprias e empíricas, que posteriormente serão aceitas como inevitáveis e normais - os “frutos do sistema” vigente.
E qual a proposta de solução? Ora, me parece lógico que a responsabilidade preservacionista se inicia na escavação e é eterna, interdisciplinar, englobando também um comprometimento ético e político de todos os profissionais envolvidos no campo patrimonial. Saindo do conformismo, é necessário refletir antes da escavação: a instituição que receberá o material suporta a nova coleção formada? Os materiais serão limpos?Como?Como serão armazenados? Quais as condições climáticas deste novo ambiente? Há uma preocupação com o monitoramento destes objetos?
E, se as respostas não foram satisfatórias, insistindo em uma guarda provisória e DEFINITIVA sem qualidade, se pergunta: o que deixaremos para daqui a 50-100 anos?
Comentado por jaime mujica on 1 dezembro 2010 at 18:05
Continuando con los comentários del Curso de Santo Domingo, se hace evidente de que existe una demanda muy grande de conservadores arqueólogicos y no digo nada de conservadores arqueológicos que estén habilitados a bucear.
Me saco el sombrero para los chicos del Programa de Arqueologia Subacuática de Uruguay, valiosos ejemplos de gente dedicada a la conservación del patrimonio arqueológico. Ellos nos dieron el puntapié inicial y ahora, dejada la inercia de lado, nos aventuramos tímidamente en un mar de dudas, buscando allí y más allá otros aventureros que compartan nuestras pasiones.
La bibliografía es esparsa, escasa y se contradice; cada tipologia, responde diferente a los tratamientos, al ambiente; lo que dió resultado en un laboratorio para un determinado material, tal vez no se aplique en otra situación; y es más, el tratamiento deve considerar no solo la tipologia, sino también el ambiente original, el estado de conservación y muy especialmente las condiciones ambientales del local donde será almacenado a largo plazo. De nada sirve un buen tratamiento si no podemos garantizar un buen acondicionamiento posterior; e de nada sirve una buena reserva técnica si el tratamiento no fue el adecuado.
Como podemos ver, nuestro trabajo comienza en la planificación de la excavación, continua durante la misma, durante el acondicionamiento y embalaje, durante la conservación in situ, el transporte, el acondicionamiento y tratamiento en el laboratorio, la documentación y el acondicionamiento final. Acompañamos los restos arqueológicos desde que son desenterrados hasta que descansan en paz en las reservas de museos y centros.
Hasta pronto!

Coordenação
Comentado por Veronica Coffy B. dos Santos on 1 dezembro 2010 at 15:49
O respeito a cada materialidade e toda a documentação necessária para Conservação já é coisa bem estudada e bem divulgada, mas na prática os passos não são respeitados. Os motivos deste descaso são muitos e todos bem sabem quais são os principais: verbas e tempo. Fico me perguntando o porquê que materiais que possuem o rótulo de “importante para o estudo” são levantados sem contar com sua logística exata. A respeito disso, me perguntaram se, após eu me formar, eu não trabalharia em determinadas condições impróprias... Respondi, em outras palavras, que “depende” (senti que não agradei muito)... Qual o compromisso que se terá com a conservação futura do objeto? Explico: Quando iniciei na Conservação pensei que esta área estaria a serviço da Arte, da História, da Arqueologia... Hoje compreendo que estou a serviço do objeto e toda a informação que ele possa passar. Além disto, se dispensarmos os primeiros e simples passos de preservação, o processo se torna gradativamente mais caro, mais demorado e mais complicado... E nós, os novos profissionais conservadores, além de estarmos iniciando, não somos muitos. Reconheço que precisamos de especializações, mas os primeiros passos de preservação são tão simples que não precisam nem de conservador, só precisam ser efetivamente aplicados.
Comentado por Jeanne Almeida Dias on 1 dezembro 2010 at 10:00
Gostei da iniciativa de pensar a questão da conservação dos materiais. Creio ser um campo muito vasto, já que cada composição requer foco único, mas a partir da troca de informações, podemos direcionar e acondicionar melhor esses materiais pensando na sua permanência. Abs a todos
Comentado por jaime mujica on 28 novembro 2010 at 15:03
hola a todos,
recientemente en Santo Domingo vimos la riqueza impresionante de materiales arqueológicos subacuáticos basicamente de navios hundidos. La premisa de la Oficina Nacional de Património Cultural Subacuático es evitar sacar los restos del mar, ya que todo material retirado obliga a un tratamiento muy demorado (en algunos casos de años), personal especializado y laboratórios apropiados. La simple excavación sin tener en cuenta la estabilización y consolidación de los materiales acaba en poco tiempo con el patrimonio que permaneció conservado durante cientos de años.
Por tanto, en la fase de planificación de una excavación, devemos juntos arqueólogos y conservadores considerar todas las actividades y costos inherentes a la conservación in situ, en el laboratório y la conservación a largo plazo, de forma tal, que estos costos en materiales y recursos humanos sean incluidos en el monto total del proyecto. Caso contrario, la responsabilidad sobre este patrimonio, escapa de la acción del conservador, siendo el arqueólogo el responsable de la destrucción o no de la cultura material...
Saludos!
Comentado por Angela Maria Cappelletti on 21 novembro 2010 at 10:24
Olá Verônica,
Achei importante este espaço. Além de trocar experiências, respeitando que cada objeto tem suas especificidades e deve ser analisado individualmente, principalmente no que tange aos artefatos de metal, este canal poder ser utilizado pelo menos para trocarmos bibliografia sobre o assunto.
Parabéns!
Comentado por klismann timm branco on 26 outubro 2010 at 10:35
eai nika, "tâmo aí" hehe
beijao

Coordenação
Comentado por Felipe Prospero on 22 outubro 2010 at 13:51
Cara Veronica, gostei da idéia, mas a conservação de materiais arqueológicos, devido a sua abrangência, acredito que será uma cruzada... rs. Conte com meu apoio, quanto ao material vítreo.

Abraços

Felipe
 
 
 

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