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Apos anos sem serem mexidos dois dos principais especialistas da area, os professores Tim Darvill e Geoff Wainwright estao escavando minunciosamente um pequena area do circulo de pedras de Stonehenge a fim de obter maiores precisoes. As escavaçoes estao sendo acompanhadas diariamente pela BBC:

http://www.bbc.co.uk/history/programmes/stonehenge/
''Crânio de cristal'' de Paris é falso


A escultura de cristal asteca conhecida como "Crânio de Paris" e pertencente à coleção do Museu de Quai Branly é uma falsificação realizada no século XIX, informaram cientistas, o que faz com que o diretor Steven Spielberg possa ter enviado Indiana Jones em busca de uma relíquia falsa.

Em 2007, o Museu de Quai Branly encarregou o Centro de Pesquisas dos Museus da França (C2RMF) de analisar a peça, cuja autenticidade é questionada há tempos.

A conclusão dos cientistas é que se trata de uma criação da segunda metade do século XIX.

Ao ser analisada mediante um acelerador de partículas, se observa nela uma "película hidratada" (camada de água que penetrou no quartzo), que data do século XIX.

Coincidindo com a estréia do filme "Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull" (Indiana Jones e o reino do Crânio de Cristal), que será apresentada em maio no Festival de Cannes, o Museu de Quai Branly vai expor a peça a partir de 20 de maio.

O Crânio de Paris, escultura de quartzo de grande pureza, com 11 cm de altura e 2,5 kg de peso, é uma das doze peças do mesmo tipo que se encontram espalhados pelo mundo.

Esses crânios de cristal apareceram no mercado de arte europeu no século XIX, apresentados como esculturas pré-colombinas, e provocaram uma curiosidade e um fascínio sem precedentes no mundo da arqueologia.

No total seriam doze em todo o mundo, o que falta saber é se a nova aventura de Indiana Jones não diz respeito à caveira de número 13, que existiria, segundo a lenda, e que, de acordo com o quarto filme da célebre saga de Spielberg, estaria mantida guardada sob sete chaves.

Ainda de acordo com a lenda, os 12 crânios corresponderiam aos 12 mundos habitados com vida humana. Os Itzas, vindos da Atlântida, os trouxeram à Terra e os entregaram aos homens, junto com seus conhecimentos, putz...

Fonte -AFP
Ola Diogo,
Encaminho como complemento à noticia sobre os cranios de cristal, um artigo publicado pela revista norte americana "Archaeology" com uma das maiores especialistas na area.

Boa leitura
Anexos
Poxa Diogo, eu jurava que essa história dos crânios era verdadeira, estou muito triste!!!!!!Nenhum deles é verdadeiro ou não foi feito analise nos demais?conta essa história direito....
:)
Ola Hannah, na verdade sei tanto quanto vc; o que me fez trazer esta reportagem eh a onda de misticismo que essas coisas levantam, e agora com este novo filme vai ser uma avalanche pra cima dos arqueologos, principalmente quem trabalha na America Latina. Mas a reportagem que o Guilherme trouxe eh otima, fala inclusive das varias fases que as caveiras tiveram (sim comecaram como botoes, depois viraram peso de papel e agora sao ate abajur...hahaha) e todo o mercado que foi gerado em cima disso no seculo XIX e quer voltar hoje... Porem como um bom cetico* (ops cientista..rsrsr) que sou, faco minhas as palavras do Carl Sagan no documentario Cosmos da decada de 80':
"Extraordinary claims require extraordinary evidence". ;)
Mesmo sendo falsos tais crâneos de cristal são importantes justamente pela onda de misticismo que levantam. Acredito que o misticismo é inerente ao ser humano, e por mais que a ciência faça para combatê-lo ele vai sempre existir. A ciência é uma criação ocidental, um modo de pensar que tem uma origem geográfica e histórica muito bem delimitada. Sua propagação pelo mundo se deu através da imposição de valores ocidentais aos outros povos do mundo. O misticismo, ao contrário da ciência, é encontrado em todos os povos do mundo e ainda persiste mesmo naqueles povos que são famosos pela "excelente ciência" que produzem. Esses fatos nos lançam uma problemática: "Não seria o pensamento místico a maneira mais "humana" de compreensão do mundo?"
Estimados/as colegas,

Os animo a colaborar con un estudio sobre el turismo arqueológico que estamos realizando desde la Universitat de Barcelona y la Red IBERTUR. Los resultados se presentarán en el próximo CITA 2008 - Congreso Internacional de Turismo Arqueológico que organizamos en colaboración con PromPerú entre los días 9-11 de octubre de 2008 en Trujillo (Perú).

La encuesta dura 4 minutos. Está en español, inglés y portugués.

http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=lfVd6zZdZf4LZnaChIF8IA_3d_3d

En ella se incluye la votación para el principal destino, producto o servicio que recibirá el premio del público de los Premios Arqueotur 2008.

PODEIS REENVIARLA A QUIEN CONSIDEREIS! GRACIAS POR VUESTRA COLABORACION!!!

Saludos,

Jordi Tresserras
Destino incerto para a Biblioteca, Arquivo e Publicações do ex-IPA, hoje IGESPAR, IP

Estimados amigos:

Os transcribo abajo el texto de una carta dirigida al Ministro de Cultura de Portugal para la que se ha abierto una campaña de recogida de firmas online, aquí:

http://www.petitiononline.com/biblipa/petition.html

El motivo no puede ser más justo: solicitar que las autoridades lusas velen por la continuidad tanto de las internacionalmente acreditadas publicaciones del Instituto Português de Arqueologia (extinguido en 2006 y sumido en 2007 en el nuevo IGESPAR) y de su Archivo, como de que, ante un cierre ya previsto a causa de otro fin, se busque o cree una nueva y digna sede para su importante
Biblioteca arqueológica, que en 1999 recibió en valiosa herencia la de la antigua delegación lisboeta del Instituto Arqueológico Alemán.

El apoyo expreso de cuantos más mejor sería sin duda eficaz para que todo ello se consiga, y una solidaridad muy bienvenida para los firmantes portugueses, que encabeza el Prof. José d'Encarnação, de la Universidad de Coimbra.

Gracias por vuestra atención y, en su caso, adhesión, y saludos cordiales,
Alicia M. Canto/José Luis Santos

To: Exmo Senhor Ministro da Cultura

Os subscritores deste abaixo-assinado manifestam a sua grande apreensão com o futuro da maior biblioteca especializada em património arqueológico do País, que tem vindo a servir estudantes universitários professores e investigadores, além do público interessado.
Referimo-nos à Biblioteca de Arqueologia do IGESPAR, IP, que resultou da cedência, em 1999, em regime de comodato, pelo Estado Alemão ao Estado Português, aquando da extinção da delegação de Lisboa do Instituto Arqueológico Alemão, vindo a integrar o então Instituto Português de Arqueologia (IPA).
Não menos importante tem vindo a ser a permanente e necessária actualização do acervo desta biblioteca, garantida fundamentalmente pela permuta das publicações de arqueologia de edição própria (a “Revista Portuguesa de Arqueologia” e a série monográfica “Trabalhos de Arqueologia”) com centenas de instituições congéneres e de investigação arqueológica, nacionais e estrangeiras. Tais publicações têm desempenhado um papel fundamental na divulgação da actividade arqueológica nacional realizada durante a última década.
Acresce ainda a preocupação com o Arquivo do ex-IPA, com um acervo histórico complementar ao da Biblioteca, onde se encontram os relatórios dos trabalhos arqueológicos realizados em Portugal desde o Estado Novo até à actualidade, muitos dos quais nunca foram publicados, pelo que são de extrema importância para qualquer investigação.
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 78/2008, (D.R. n.º 94, Série I de 15-05), referente à requalificação e reabilitação da frente ribeirinha da cidade de Lisboa, prevê que na área onde actualmente se localiza a Biblioteca de Arqueologia e o Arquivo se venha a construir o novo Museu Nacional dos Coches, devendo iniciar-se a obra ainda no decorrer do corrente ano, de forma a encontrar-se concluída a tempo das comemorações do primeiro centenário da implantação da República em 2010.
Gostaríamos, por conseguinte, de alertar V. Ex.ª para a importância de que se reveste a continuidade desta Biblioteca bem como das publicações arqueológicas a ela associadas, cuja qualidade tem vindo a ser reconhecida além-fronteiras.

Sem mais,

Os Subscritores

- Uncertainty for the archaeological Library, Archive and Publications of ex-IPA, presently IGESPAR, IP

The below signed are protesting the uncertain future of the largest specialized library of archaeological heritage in Portugal, that has served students, university professors and researcher as well as the general public.
We refer to the Archaeological Library of IGESPAR, IP, (Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, IP) which resulted from the 1999 cession of the German State’s collections to the transference of materials to the Portuguese State, due to the extinction of the German Archaeological Institutes closure of its Lisbon branch. At that time, the collection became absorbed and integrated in to the Instituto Português de Arqueologia (Portuguese Institute of Archaeology).
Of no less importance is the permanent and necessary upkeep of the quantity of publications in this library that is basically guaranteed by the mutual exchange of publications, with hundreds of similar national and international institutions of archaeology, with its own edition of the "Revista Portuguesa de Arqueologia" and the monographic series "Trabalhos de Arqueologia". Such publications have played a essential role in the dispersion and dissemination of national archaeological activity over the last decade.
Adding to this preoccupation concerning the archives of the institution formerly known as IPA are the archaeological reports – a volume of works that are of great historical value to the collection. Here, one can consult those reports and the archaeological campaigns conducted in Portugal since the Estado Novo until the present day - many of which have never been published and are of extreme and essential importance to any researcher.
The Resolution of the Ministry Cabinet n.º 78/2008, (D.R. n.º 94, Série I de 15-05) which refers to the 78/2008 improvement and reconstruction of the river front of the city of Lisbon, foresees that in this area where the Library of Archaeology and the above mentioned archives are currently located, construction of the new National Museum of Coaches will have to be initiated, during this year, in order for the work to conclude in time for the commemoration ceremonies for the first centennial since the implantation of the Republic in 2010.
We would like, therefore, to alert his Excellency to the importance of the continuity of this library as well as those archaeological publications and associated works, whose quality has come to be recognized beyond the borders of Portugal.


Sincerely,

The Undersigned
Olá, Diogo,
Foi inaugrado no dia 11 de Junho o Museu Regional e Centro de Pesquisas Arqueológicas de Rondônia, a partir de uma parceria entre a prefeitura de Presidente Médici e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Não poderia deixar de registrar o empenho do IPHAN, a partir de sua arqueóloga Maria Lúcia Pardi, do Superintendente Regional do IPHAN, Beto Bertagna e de Francilene Rocha, do secretário municipal de Educação e Cultura, Sérgio César, e do vice-prefeito e Diretor do Museu, profº José Garcia.
O que chamou a atenção do IPHAN, desencadeando na criação do Museu, foi o trabalho realizado por mim, Profª Maria coimbra, e mais dois colegas historiadores da região, profº José Garcia e profº Devanir Fernandes, quando localizamos e catalogamos sítios rupestres, líticos e cerâmicos desta região de Rondônia, que apesar de amadores, desenvolvemos uma pesquisa de campo séria, orientada pela profª Drª Lílian M. Moser, Historiadora da Universidade Federal de Rondônia.
O Centro de Arqueologia reúne um Laboratório de Pesquisas e o Museu Regional de Arqueologia de Rondônia e visa proporcionar o desenvolvimento de pesquisas, proteção e promoção do rico patrimônio arqueológico da região.
A região é rica em sítios rupestres, cerâmicos e líticos. A mostra em cartaz apresenta peças do patrimônio arqueológico da região (pingentes, amoladores, utensílios de cerâmica, artefatos líticos, urnas funerárias, fragmentos com gravuras rupestres) .
O Museu Regional de Arqueologia de Rondônia está aberto para visitação diariamente à Av. Tiradentes, s/n, ao lado do Centro Cultural Ivone Mello.
Anexos
en mi país la prensa regional informa de los descubrimientos de grabados rupestres producidos en su provincia o región; pero la prensa nacional no lo hace; aunque estos puedan ser de relieve. Juan carlos campos, un arqueólogo amador ,descubrió hace 4 meses , en Lucillo (Astorga) ,dos muy notables rocas con grabados prehistóricos.

http://www.diariodeleon.es/se_cultura/noticia.jsp


Xose lois Villar, es arqueólogo amador y uno de los portavoces de una asociación de propietarios del monte común de la comarca de Baiña(Baiona). Esta gente ha hecho algo inaudito hasta hoy en Galicia, que es interesarse y mucho por la puesta en valor de su rico patrimonio arqueológico. El otro día hicieron la fiesta de inaguración del trabajo realizado en uno de sus lugares mas emblemáticos.

http://www.farodevigo.es/secciones/noticia.jestacion-arte-rupestre


un saludo
La prensa española y la noticia de un descubrimiento en Alemania.......un "Stonehenge con estructuras de madera"
http://www.elmundo.es/elmundo/2008/07/28/cultura/1217265498.html
Sítio Arqueológico ameaçado / Fpolis


Repasso mensagem recebida da arqueóloga Fabiana Comerlato:

"Prezados(-as) colegas,

Venho aqui para informá-los do que está acontecendo na Praia Mole e da ameaça a uma área de preservação permanente com um sítio arqueológico “Praia Mole I”.

Infelizmente não estou na ilha para estar presente, mas acredito que observar de perto esta situação e nos posicionarmos deve ser uma atividade coletiva de todos os arqueólogos.

Vamos entender o que está acontecendo... Querem construir em um promontório, APP, um empreendimento turístico na Ponta do Gravatá, e a empresa construtora tem o apoio do Admir Ramos (Maninho), pessoa que todos já ouviram falar. Vale ressaltar que na década de 80, Rossano Lopes Bastos registrou o sítio de gravura rupestre localizado no Morro do Gravatá, que pode ser consultado nos relatórios de 1988 do MU/UFSC coordenados por Teresa Fossari.

Pois bem, é preocupante a situação, visto que o que se quer é fazer um novo “Costão do Santinho SPA”, em cima do morro, com situação paisagística privilegiada. Será que é este modelo de empreendimento que se quer na Ponta do Gravatá? E o sítio que está ali, que impactos sofrerá? Como fica o entorno deste sítio? E a Ponta do Gravatá, será que tem mais sítios ameaçados? Não sabemos.

Hoje, a empresa tem o Maninho, da mesma linha que Keller Lucas, como um aliado que está defendendo com “unhas e dentes” o projeto! O que me assusta é isto... Ele fala como arqueólogo, esotérico ou de maneira genérica “pesquisador”!? Que legitimidade cientifica há nisto?

Portanto, acredito que exista uma comunidade arqueológica composta por profissionais formados na academia que possa se posicionar ativamente.

Da minha parte, estou elaborando uma Moção de apoio ao movimento, manifestando nossa preocupação com o patrimônio arqueológico, que poderá circular na próxima SAB/Sul colhendo a apoio de muitos profissionais e estudantes.

Vamos nos mobilizar!!!

Saudações arqueológicas, Fabiana Comerlato".

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